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Tuesday, March 31, 2026

Zelensky afirma que tropas norte-coreanas estão combatendo na Rússia

Houve novos ataques nas áreas de operação em Kursk. O exército russo e os soldados norte-coreanos voltaram a estar envolvidos”, disse o presidente ucraniano em seu discurso diário.

 

Zelensky acrescentou que um “número significativo” de soldados russos e norte-coreanos foi “destruído” durante os combates.

Em 31 de janeiro, Kiev afirmou que as tropas norte-coreanas estacionadas na região haviam sido retiradas devido às baixas sofridas em combate.

A Ucrânia assumiu o controle de dezenas de localidades na região fronteiriça de Kursk, no oeste da Rússia, desde que lançou uma ofensiva surpresa em agosto, e afirma que cerca de dois mil civis ainda vivem nas áreas ocupadas.

O exército russo começou a repelir essa ofensiva e já recapturou várias localidades, mas continua sem conseguir forçar o recuo das tropas ucranianas para o outro lado da fronteira, apesar do destacamento, segundo Kiev e seus aliados ocidentais, de soldados norte-coreanos em apoio.

Zelensky afirmou que as operações ucranianas na região de Kursk levaram ao destacamento de “60 mil soldados russos”, o que aliviou a pressão em outras frentes de combate.

No entanto, essa ofensiva não conseguiu conter o avanço das forças russas no leste da Ucrânia, que vêm avançando há mais de um ano contra as forças ucranianas, que estão em menor número e com falta de armas.

Após meses de combates, a Rússia afirmou hoje ter capturado a cidade mineira de Toretsk, na região de Donetsk, uma conquista que, se confirmada, seria significativa para as tropas russas.

A Rússia invadiu a Ucrânia em 24 de fevereiro de 2022, com o argumento de proteger as minorias separatistas pró-russas no leste e “desnazificar” o país vizinho, independente desde 1991 — após o colapso da União Soviética — e que tem se afastado da esfera de influência de Moscou e se aproximado da Europa e do Ocidente.

As negociações entre as duas partes estão completamente bloqueadas desde a primavera de 2022, com Moscou continuando a exigir que a Ucrânia aceite a anexação de parte de seu território.

As informações sobre o curso da guerra divulgadas por ambas as partes não podem ser verificadas de forma independente e imediata.

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